quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

paz


o corpo sossega
nada há mais que espere

[o cheiro de terra molhada
roça lembrares antigos]

é tarde e é longe

chove



Márcia Maia


7 comentários:

Vítor Fernandes disse...

e sossego; só se ouve o cair da água nas ramagens.

Leonardo B. disse...

[é renovo do mundo,

o restolho das águas, a palavra.]

um abraço, Márcia

leonardo B.

Joselito de Souza Bertoglio disse...

Oi encontrei teu blog lá na rede inspiraturas já estou te seguindo, gostei muito da tua poesia, se desejar da uma passadinha e segue láhttp://joselito-expressoesdaalma.blogspot.com

hfm disse...

Quando a simplicidade dá corpo a um grande poema.Belíssimo!

Julia disse...

lindo mesmo...

mfc disse...

Há recordações que nos apaziguam!

Nilson Barcelli disse...

É longe.
Mas nunca é tarde...
Para reviver lembrares antigos...
Para eu vir aqui e ler a tua excelente poesia.
Márcia, querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.